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Construtivista e Colégio Bilíngue, o que há em comum?

Eu começaria falando que de comum em nosso país o uso desses adjetivos por algumas escolas seriam de modismo e em muitas simplesmente picaretagem.

Jean Piaget, psicólogo e filósofo suíço, do século XIX, descreveu e enunciou as etapas do desenvolvimento cognitivo da criança. Definiu as várias idades com que a criança estava preparada para a aquisição do conhecimento.

Por exemplo a criança só alcança o período das operações concretas a partir dos 7 anos e é claro pode ser um pouco antes ou depois e é de fato o momento de se iniciar o processo de alfabetização e da introdução dos primeiros conhecimentos.

Logo, toda a escola é construtivista pois tem que respeitar esse cronograma genético embora saibamos hoje em dia, que podemos otimizar esse desenvolvimento, mas sempre respeitando os limites de cada criança.

Na verdade, cada escola é um amalgama de muitas teorias, de muitas vivencias, de muitos erros e acertos, da cultura em que está inserida, do momento em que vive, das características de sua clientela, mas alguns colégios querendo vender uma imagem de modernidade se diziam “Construtivistas”.

Hoje a moda mudou de nome e vemos a publicidade de muitas instituições até com faixas na esquina de algumas ruas anunciando “Tragam seus filhos para o futuro. Nossa escola é bilíngue”.

O Ensino realmente bilíngue no Brasil ainda não está normatizado, mas é já uma realidade em alguns colégios em nosso país.

Minha filha Raphaela por exemplo é professora da British School,  que fica em Botafogo no Rio de Janeiro, onde a segunda língua é a portuguesa ,e que atende preferencialmente filhos de membros do corpo diplomático e de filhos de classes mais abastadas, em virtude do valor das mensalidades praticadas, e que via de regra ingressam no pré escolar e seguem até o fim do ciclo escolar, pois a transferência de alunos tanto entrando, como saindo trazem problemas significativos.

Em cidades de população flutuante como é a de Rio das Ostras, como fica a situação de alunos oriundos de outras instituições que não tem o inglês fluente, pois escola bilingue verdadeira oferece todas as matérias na sua segunda língua, seja inglês ou uma outra.

Na verdade, não temos profissionais habilitados em número suficiente para lecionar as disciplinas que dominam nessa segunda língua.

O domínio de um segundo idioma, bem como o conhecimento do mundo digital é já uma exigência dos tempos atuais para aqueles que de fato entendem e pretendem conquistar seu espaço no cada vez mais competitivo na área de trabalhos mais qualificados. Na verdade, hoje já é uma exigência o domínio de mais do que uma língua e nossas escolas tem a obrigação de buscar todas as alternativas possíveis para facilitar o aprendizado daqueles que estão sob sua guarda educacional.

Vamos, porém, parar de modismos e assumir nossos limites e oferecer o que de fato podemos com qualidade, senão excelência.

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